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desde-sempre:

“É complicado pra mim admitir, mas as vezes eu sinto falta dos momentos que eu vivi ao seu lado, das risadas, dos abraços, das coisas fofas que que me confortavam e me protegiam (…) Mas garoto, de você eu não sinto falta nenhuma. Tenho certeza que foi melhor cada um ter tomado um rumo diferente, até porque continuar naquele amor, -que na verdade nem existia- não ai dar certo. Pra ser sincera ainda, todos me diziam que você não valia a pena, mas eu continuei acreditando nas coisas medíocres que me dizia, -eu era ingênua- fazer o que né… Não posso falar que tudo foi em vão, pelo contrario, eu aprendi bastante com você; Aprendi que as pessoas são cruéis e não ligam pros seus sentimentos, que elas são tão falsas ao ponto de falar “eu te amo” sem sentir nada, que elas podem te usar e depois jogar fora como uma coisa inútil (…) Aprendi a dar valor somente as pessoas que dão valor pra você e que antes de amar outra pessoa, você deve se amar. Então devo lhe dizer obrigada… obrigada por ser tão filho da puta! Hoje eu não preciso mais de você, não fico chorando pelos cantos por sua causa, quero mais que você se foda; Posso te falar com toda a certeza que sou muito mais feliz sem você.” (desde-sempre)


s-u-t-i-l-e-z-a:

[…] Já dizia Millôr Fernandez ”A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.” E o que eu mais tenho precisado de uns tempos pra cá, é de amizades realmente verdadeiras. Alguém que realmente me aceite do jeito que eu sou. Coisa que hoje em dia, é muito difícil de ser encontrada. Ter amigos e colegas é mais do que fácil, agora aqueles em que você realmente pode confiar, que te escultam sem reclamar, te apoiam apesar dos pesares esses sim valem á pena. Esses são um tesouro bem escondido. Então quando encontrar alguém que realmente possa confiar, dê o devido valor, e não a deixe escapar. Tantos conflitos tenho passado, e com quem contar? Com quem desabafar? Se bem que eu sou totalmente fechada, acho que por isso que é mais difícil pra mim encontrar alguém que eu realmente confie, eu sou desconfiada até demais. O que eu mais queria? Viajar com meus amigos, não só com os amigos, mas com quem eu realmente amo de verdade, pra um lugar bem distante. Distante de todos os problemas, de todas as pessoas ruins. E só aproveitar a vida, aproveitar os momentos e ser feliz. Acho que com isso eu não precisaria de mais nada não é? Eu ainda irei fazer isso, sair sem rumo, sem ter pra onde ir. Viver de amor. Ah, como seria bom. E ainda será, um dia eu sei que será.

Tai Andrade (s-u-t-i-l-e-z-a)


Odeio o fato de ser  facilmente substituída. Não acho nada sobre isso, aliás eu tenho total certeza. Sempre impus minha opinião sobre diversificados assuntos de forma clara, mas agora não querer aceita-los é problema seu. É nesse momento que você passa a perder a razão. Se não tem a simples capacidade de aceitar a ideia de alguém, como quer tenhamos uma conversa racional? Entenda  os dois lados da moeda. Entenda que nada se resume só nas suas propostas, nos seus desejos. Aprende a ver de mais de um modo, facilita. Juro que  vai ser bem mais facil pra você também. Deixa de ignorância, aprende a tratar quem te da valor bem.  Para de mania besta menina, nem tudo é do jeito que você quer. Vou te ensinar uns truques, tenho permissão? Valoriza mesmo que for passado, mesmo que um dia já foi ridículo, mas que pra você foi importante. Essa tua mania de grandeza não vai te levar pra lugar nenhum. Raciocina. Aceita minhas propostas pelo menos uma vez, pra por fim nesse assunto todo. Para de chororô, olha por quanta coisa  você já passou e se fortalece invés de ficar fazendo manha. Aprende com os seus próprios erros. Chega de dilapidar seu próprio tempo, vai ter uma hora que você vai perceber o quanto ele vale. Essa utopia não serve nem mais a você mesma, para de criar caso pra coisa que sequer mais existe. Corre atrás desse tempo perdido e recupera todas as tuas virtudes. Esquece ou ao menos tenta esquecer oque passou, só vai servir pra te fazer voltar novamente atrás. Te desprende daquilo que te faz ficar nesse mal profundo. Aprende a desapegar dessa gente que não te faz sair do lugar. Apenas dê  tempo ao tempo, e eu prometo que tudo vai se ajeitar de forma melhor do que já foi um dia. E assim você recomeça do zero. E se não der certo de novo? Recomeça. E assim, sucessivamente […] 
(D-ireta) 


intoxicada-de-amor asked: + Follow , Ana nus que textos perfeitos .

Obrigada lindeza [] que bom que gostou na moral messsmo! 


Anonymous asked: mas a sua foto da dash é ela :c

eu peguei a foto da minha dash porque estava num texto e eu achei daora anjo :] 


Anonymous asked: você é fake da you-remember-me?

kkkkkk oque? n viaja anony, nem conhecia esse tumblr [] 

céusss, mereço… 


poetadrogada:

Posso começar? Ok. Não sei bem ao certo quando aconteceu. Remei, remei e remei pra maré mudar, e acha que está acontecendo. O barco aos poucos foi virando, e toma vento forte, rumo pronto. Pelo menos, é o que parece. Na verdade, me dei conta apenas hoje. Me presenteei aquele tempo necessário, onde a gente chora a cada música romântica no rádio, se vê em cada personagem sofredor de novela, tem vontade de ver filmes dramáticos, e o nosso cobertor vira o nosso melhor amigo. A cama, quase nossa casa. Confidente e acolhedora, quase um lar, um óasis da dor. Tive alguns dias de insuportabilidade doentia, onde aluguei alguns amigos, horas e horas à fio, vendo e revendo fatos, insinuações, distorções, a história como um todo; contexto e estigma. Gênero e grau. Conclusões, algumas. Conselhos, muitos. A ser uma pessoa mais fria, e racional. A ficar calma, e pensar positivo. A sair e me divertir. Ou simplesmente, tomar mais chimarrão e cuidar de mim, que as borboletas, hão de chegar. Eu sei, eu sei. E eu me permiti tudo isso. Assinei com convicção o contrato para enclausuro e fim de solidão, recomeço de esperança e felicidade. Deixei a raiva tomar conta, em cada esquina que cruzasse com os casais apaixonados do centro. Abaixei o som, quando tocavam músicas que me instigavam fundo, mexiam dentro e me faziam nostálgica. E comecei a ler um livro que li há muito tempo, novamente. Comprei roupas, e um par de botas novas, que fizeram subir gradualmente minha auto-estima. Fim dessa confusão toda, e me vejo negando esse ódio da vida, e vendo que, a felicidade é uma opção. Não mais que isso, uma bela e grande opção. Quer, ou não quer. Embarca, ou não vem. Comecei a crer nas possibilidades, sabe? A gente tende a achar que tudo é passageiro, que a vida não é muito aí pra nós, mas se a gente não acredita, é isso que ela se torna: alheia e tão insignificante, quanto passageira. E acho esse processo todo, super válido. Como, se não assim, se preparar pra receber amor, amor bom e com gosto decente, se não desocupando a vaga, tirando o time (totalmente) de campo? Vejo apenas o sumiço, a reestruturação como alternativa. E dona dos meus caminhos e percalços, rodovias e vias de tráfego, acho esse tempo essencial. Tanto que, chegou. Chega de dor, e de papel de vítima. Sentada com perna de índio, cruzadas e olhos fechados, voltamos a ser o que éramos. Que alívio. Pegamos então o mapa, que deveria o tempo todo estar nas nossas mãos, e miramos o horizonte, uns trajetos brilhantes, honrosos e merecidos. Mais do que válidos, muito mais: concebidos. Mesmo que a gente afaste com barreiras de proteção, e cavaletes, as pessoas querem entrar. Querem chegar até mesmo no funeral , e no luto da ex-felicidade, querem povoar nosso íntimo. Não tem hora, e só pedem lugar. Complicado, mas somos bonzinhos. Aos poucos, e por que não? Quem sabe, ué.. O destino nos prega tantas peças, porque não mais uma? Mas a gente quer voltar. Tem recaídas. E chora um dia, sabendo que é a última vez: chega a hora de enterrar também num caixão, e tchau. Morreu aqui. Uma pena, mas as lágrimas são saborosas. São um prenúncio, um aviso vão; acaba daqui a pouco, e é só correr pro abraço. Dias vazios nos acometem, e ficamos assim meio à deriva, sem rumo e marco certos, mais pra lá do que pra cá. Podia estar melhor, mas tá tudo meio assim, desgostante. Vai melhor, eu sei. Mais cedo do que você imagina, me dizem. Tudo vai dar certo, eu ouço. E então, a gente sabe que desapaixonou, quando sorri apenas por ver outra pessoa. E o melhor - isso não quer dizer que estejamos apaixonadas. Ainda. Não é paixão, mas o calor de uma possibilidade, de quem sabe, um dia ser. O coração palpita, você ensaia mentalmente falar calma e certeira o que está falando, e no final, a gagueira te pega mais uma vez. Nervosismo, mãos que suam, palavras que saem da boca, fugitivas. É a melhor sensação: sair de um pesadelo, e conseguir entrar numa nova jornada, novas ações; nova pessoa. Quer coisa melhor? A gente sorri pelas possibilidades, e não por já entrar em outra aventura. Mas por se ver livre, completamente livre, daquele pesadelo inteiro..Quer coisa mais bonita, mais completa, e transparente, do que a liberdade? Não a que alguém me deu, e sim, a que escolhi por mim mesma. Não. Não quero, não. Escolha assim, de gostar e desgostar, de amar e desamarrar, é pra poucos. Como em tudo que faço, a pressa é campeã. O primeiro encontro é mágico, o segundo excitante, e no terceiro já estou totalmente envolvida - ou entediada. No amor, não vejo como ser diferente: me apaixono rápido; desapaixono mais rápido ainda. Simples. Pra entrar no jogo, basta deixar os dados rolarem; a sorte está lançada, e as oportunidades na mesa. Sorte no amor, azar no jogo. Felicidade nos dois? Bom jogo!- Victória (poetadrogada)


Assustada comigo mesma, estou calma. Complacente, harmoniosa. Sem pressa nenhuma, deixo que meus olhos se abram aos poucos para a realidade, desenvoltos da nuvem fantasiosa de pouco tempo atrás. Idealizações que criei abortadas, e agora passos lentos, como nunca me imaginei trilhando. Deixar que o destino atravesse seu caminho sem minha interferência inconveniente de questionadora, astuta e inquieta, é uma novidade. Até quando, não sei, mas reaprender a enxergar, caminhar e sentir tem me dado um alívio antes nunca descoberto. E eu permito que a vida se encarregue de deixar a felicidade entrar, com a porta sempre aberta a possíveis sorrisos e gargalhadas. Estado civil não garante alegria, e amizade é pra todo dia. Ser feliz comigo mesma é a companhia inusitada que senta no meu divã, e eu divago sem culpa nenhuma, entre o que foi, e que quero que venha. Com um sossego que me cala, e deixa consentir. Não abaixo a cabeça, mas a levanto cada vez mais: porque eu mereço, porque a vida é ao mesmo tempo esse minuto, e todo o amanhã, meses daqui também. E as possibilidades se ampliam a cada passo reformulado que a gente dá. Para a frente, e não para qualquer passado infortunado. Assim como navegar, inovar é ainda mais necessário. Dentro de mim, mudanças sutis se intercalam com estridentes descobertas. Se desordenam, camuflam e se unem. Teorias e confabulações que caem por terra, a cada nova experiência, pessoa conhecida, idéia trocada. Ideologias que mudam, sonhos que se permutam. Cada vez mais, a resposta que encontro é cuidar da pessoa que mais me ama nesse mundo. E uma certeza: ela está mais perto do que eu imaginava. Sentada agora nessa cama, deixando a mente tomar voz, e os dedos movimento, como sempre fez. E ela não prova mais nada para ninguém, porque ela sabe que se quiser conquistar esse mundo, nem munição nem força nela pecam em faltar. Se sabe um misto de santidade arcaica e novidade vanguardista. Ela é a contradição que sonhou pra si mesma, e vive tudo na mais aguda urgência; freneticamente. É completa em sua inocência, e simplista na mais ardilosa aventura que é atravessar os dias sem nenhuma vontade de sumir. Vitoriosa de suas dores, e uma fortaleza em conselhos bons, quando para os outros - que não vende, e nem os segue; distribui. Além do mais, é quem dignifica todo um sentimento, sem deixar que nem um pouco de amor não a atinja. E retribui, sempre. A cada novo sapato, corte de cabelo, ou elogio referido. Existe aqui dentro, e aprendeu a habitar também jardins floridos e avenidas desgovernadas; salas de aula superlotadas, entrevistas de emprego, e noite ativamente vazias de conhecimento e cultura. Eu a amo quando acorda de manhã, sem querer falar com ninguém, e quando vai deitar tarde, tamanha insônia. Ou quando toma algumas dessas suas bebidas quentes, e me confessa querer ver o mar, tão longe. Me apaixono a cada foto infantil que nostalgia, ou intuição correta que segue. Pela sua mania em ser ímpar, e não formar nunca par. Sabe o que é melhor nisso tudo? Eu completei esse nível sozinha. Ela também se alucina e derrete com meus erros e defeitos, com minha ansiedade constrangedora, e arrogância calada. E é nessa reciprocidade benfazeja que eu me amo e me completo cada vez mais, orgulhosa das escolhas que fiz, e de todo lugar que pisei, decisões que tomei. Gosto do meu pé largo, das minhas coxas grossas, e cada vez mais do meu cabelo loiro. Do meu coração imenso, da minha amansidade em palavras, da minha pressa corajosa de seguir em frente. De toda essa fé que tem me tomado conta, e me feito valente. De ser como sou, e não me negar em nenhuma circunstância. Hoje eu sei que me amo, e sabe do que mais: além de me retribuir, me recompenso. Sempre mais, e mais. Até aparecer alguém que me faça conciliar todo esse amor concreto que é real, e valorizá-lo ao invés de jogá-lo num canto qualquer. E que com um amor também sólido e absorto em hombridade, seja corajoso o suficiente para aguentar essa minha loucura doidivana de me gostar demais para depois gostar de qualquer outra pessoa. Victória-poetadrogada